–:–:–
Conecte-se conosco

Dólar abre em baixa cotado a R$ 5,01 com foco no exterior

Moeda americana recua 0,56% no início do dia enquanto mercados repercutem alta do petróleo e instabilidade fiscal na Europa.

1 visualizações
Dólar opera em queda, com avanço do petróleo e de olho em dados dos EUA e protestos na Europa

O dólar iniciou as negociações desta terça-feira (20) em trajetória de baixa, registrando um recuo de 0,56% por volta das 9h50, cotado a R$ 5,0197, enquanto o mercado financeiro aguarda a abertura do Ibovespa às 10h.

Cenário internacional e crise na Europa

Sem grandes motivadores na agenda doméstica, o foco dos investidores se desloca para o cenário global, marcado por novos indicadores dos Estados Unidos e por apreensões fiscais na Europa, onde ondas de protestos ganharam força recentemente.

O movimento de mobilização na região, iniciado por estudantes em meados de setembro com pautas educacionais, expandiu-se com a entrada de sindicatos e mobilizou mais de meio milhão de pessoas na França, além de atos menores na Bélgica, Itália e Portugal. Na véspera, os títulos públicos franceses de 10 anos registraram taxa de 4,95%, figurando entre os piores desempenhos do ano.

Petróleo e agenda americana

Outro fator determinante para os ativos é a valorização das cotações do petróleo no mercado internacional, que ocorre mesmo após a disposição da Agência Internacional de Energia em liberar novas reservas da commodity.

Por volta das 9h50, o barril do Brent subia 0,52%, negociado a US$ 110,12, ao passo que o WTI apresentava alta de 0,93%, cotado a US$ 104,62. Paralelamente, o mercado acompanha a divulgação de dados de emprego nos EUA, como o relatório ADP, e números do setor imobiliário e de construção civil, que podem influenciar os próximos passos do Federal Reserve.

Desempenho dos mercados e política

No âmbito político, o primeiro debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro segue repercutindo entre as campanhas na busca por eleitores indecisos. Enquanto isso, as bolsas asiáticas encerraram a sessão sem direção única, influenciadas pela manutenção de juros na China e perdas expressivas em mercados como o Japão e a Coreia do Sul.

Mais em Economia

Ver tudo →