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Mulher trans que foi candidata em AL é morta a tiros; caso é investigado

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Mulher trans que foi candidata em AL é morta a tiros; caso é investigado
Brasil

Mulher trans que foi candidata em AL é morta a tiros; caso é investigado

Paolla do Cras, de 34 anos, disputou eleição em Coqueiro Seco (AL) em 2024 e foi encontrada morta em Santa Luzia do Norte

Álvaro Luiz, Caio Ramos
23/10/2026 19:11
Reprodução/Instagram

Uma mulher trans de 34 anos que foi candidata a vereadora em Coqueiro Seco (AL) nas eleições de 2024 foi morta na noite dessa quinta-feira (22/10), em Santa Luzia do Norte, na Região Metropolitana de Maceió.

Identificada como Paolla Paullyne Freitas Araújo de Alencar Vital, e conhecida como “Paolla do Cras”, ela disputou uma vaga na Câmara Municipal pelo MDB com o nome de urna Paolla Araújo. Ela recebeu 87 votos e ficou como suplente.

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Até o momento, segundo a PCAL, não foram identificados indícios de motivação política nem de que o assassinato tenha sido motivado por transfobia
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Até o momento, segundo a PCAL, não foram identificados indícios de motivação política nem de que o assassinato tenha sido motivado por transfobia

Divulgação/PCAL

Ela disputou uma vaga na Câmara Municipal pelo MDB com o nome de urna Paolla Araújo.
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Ela disputou uma vaga na Câmara Municipal pelo MDB com o nome de urna Paolla Araújo.

Reprodução

Paolla do CRAS, de 34 anos
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Paolla do CRAS, de 34 anos

Reprodução/Instagram

O corpo dela foi encontrado na Rua Tiradentes, próximo à Escola Municipal Professora Iolanda Romeiro Lopes, em frente a um local conhecido como “Beco Sem Saída”.

Segundo a Polícia Militar (PMAL), uma equipe do 8º Batalhão foi acionada pela Guarda Municipal para atender a ocorrência. Quando os militares chegaram, a área já estava isolada e a vítima estava sem vida.

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Polícia Civil apura o crime

De acordo com a Polícia Civil de Alagoas (PCAL), Paolla apresentava pelo menos duas marcas de disparo de arma de fogo. A corporação informou que ela havia morado em Santa Luzia do Norte e retornado recentemente ao município, após passar alguns meses fora.

Durante as investigações preliminares, a polícia recebeu relatos de que a vítima teria envolvimento com o tráfico de drogas na região. O local onde o corpo foi encontrado também é apontado como área de comercialização de entorpecentes, sob influência de uma facção criminosa.

A corporação apura um possível vínculo da vítima com a organização.

Até o momento, segundo a PCAL, não foram identificados indícios de motivação política nem de que o assassinato tenha sido motivado por transfobia.

A perícia foi realizada por equipes da Polícia Científica e do Instituto Médico Legal (IML). As investigações continuam.

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