A “velha Libertadores” deu as caras no Maracanã com a classificação dramática do Estudiantes sobre o Flamengo nos pênaltis, assegurando a vaga na decisão continental para encarar o Palmeiras após um empate sem gols no tempo regulamentar.
Aula tática e resistência defensiva
Mesmo tecnicamente inferior, o time comandado por Cacique Medina repetiu a estratégia do primeiro jogo e anulou completamente o poderio ofensivo rubro-negro, dando um verdadeiro recital de como disputar o torneio sul-americano.
“Boa mesmo era a velha Libertadores.”
Com uma estrutura defensiva sólida fiel à tradição de Carlos Bilardo, os argentinos neutralizaram o volume de jogo rival. Os cariocas trocaram mais de 600 passes, registrando uma posse de bola que se mostrou pouco produtiva, enquanto ambos os lados finalizaram apenas duas vezes ao gol sem alterar o placar.
Brilho nos pênaltis e desabafo de analistas
Mesmo atuando com um jogador a mais em campo durante parte do confronto, a equipe brasileira não conseguiu furar o bloqueio defensivo rival. Nos tiros livres da marca penal, o experiente goleiro Fernando Muslera defendeu três cobranças e garantiu o triunfo dos visitantes por 3 a 2.
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Com essa vitória heroica, o clube de La Plata subverteu a hierarquia financeira impuesta pelo duopólio brasileiro e impediu que a decisão do torneio se repetisse pelo segundo ano consecutivo, injetando o tradicional espírito copeiro de volta às fases finais da competição.








