A implosão de uma ponte sobre o Rio Paraíba altera o tráfego neste domingo (8) no km 77 da BR-101, localizada em Santa Rita, na Grande João Pessoa, exigindo atenção redobrada dos condutores.
Esquema de interdição da rodovia
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o bloqueio total da rodovia acontece no horário das 13h30 às 16h. O órgão orienta que condutores que seguem sentido Natal ou João Pessoa a redobrarem a atenção e programarem a rota.
O bloqueio do trânsito na área está previsto até às 17h30. Durante esse período, os motoristas que seguem de João Pessoa para Natal devem fazer um desvio pela BR-230, em direção a Campina Grande, seguindo pela PB-041 e passando pelos municípios de Sapé e Capim, até retornar à BR-101, em Mamanguape. Quem viajar no sentido contrário fará o percurso inverso.
Histórico da estrutura danificada
Um trecho da estrutura desabou em março de 2026, após colapso em um dos apoios, o que fez com que dois segmentos da ponte cedessem.
Na época do desabamento, não houve vítimas, já que uma das faixas da ponte estava interditada desde setembro de 2025, quando o DNIT iniciou inspeções e intervenções emergenciais na estrutura.
Um trecho da estrutura desabou em março de 2026, após colapso em um dos apoios, o que fez com que dois tramos da ponte cedessem.
Caminhos alternativos e segurança
A PRF informou que poderão ser utilizadas rotas alternativas para desviar do trecho que será interditado. O órgão orientou que os motoristas podem seguir pelas rodovias estaduais que cortam os municípios de Capim, Sapé e Sobrado, retornando para a BR-230. E também pelo município de Lucena.
Conforme o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), as rotas alternativas também passam pela PB-041.
O órgão informou que para garantir a integridade de motoristas, pedestres e da população da redondeza, será formada uma barreira de segurança, dentro da qual não poderá haver ninguém no momento da implosão. Ela corresponde a um raio de 300 metros em torno da ponte, incluindo tanto a área terrestre quanto a aquática.
A PRF vai montar barreiras e desvios no trânsito, com apoio da Polícia Militar, dos Bombeiros e da Defesa Civil, para evitar a aproximação de pessoas e garantir a segurança, inclusive de pescadores e demais usuários do Rio Paraíba.
A liberação da via depende de uma inspeção técnica feita por especialistas em sismologia e topografia, que vão avaliar as condições da ponte paralela, que deve continar em funcionamento após a implosão.








